terça-feira, 18 de dezembro de 2007

AINDA BROTA



Água. Sim água percorre e corre pelos cantos e encantos
Límpida, suave vida que brota na sua delicadeza...
Mãe terra, mãe água, precisada, utilizada.
Por mim, mas desperdiçada por nos.

Ainda tremo tristemente. RIOS, RIACHOS, percorrem...
Tem seu percurso, audácia pura!
Segue seu afluente,
De acordo com sua pureza, com sua poluição.
Homens sede têm necessidades tem
Mesmo assim vira as costas simplesmente como
Se fosse infinita,
Pura enganação que entristeci a seca e o sertão.

Finita é,
Saudável é,
Ainda a nascentes,
Ainda brota,
Ainda polui,
Ainda jorra água de calçadas de maneira envergonhada;
Mas ainda nasce, água morre.
Ainda fico com a alma despedaçada, a cada dia...
Em que vejo a covardia.

Algum dia acabará se eu se nos se o mundo
Não se cuidar, ainda vamos nos assustar!

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Vaga solidão

O sol bate á janela que ilumina a vaga escuridão,
Atormentadora,
Iludiria minha alma com uma vontade escurecedora,
Um prazer intenso, formigante,
Ao fundo um reflexo brilha em raios que ao penetrar os poros á pele arrepia,
Um suor frio se estende a todos possíveis e indiscuberto lugares do coração que teme á, Solidão,
Maldita solidão, esconderijo da paixão, solidão que amedronta e refugia,
A esses feixes de luz que bate essa janela entre aberta,
De meu peito escancarado.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Busca do Cotidiano




A busca no cotidiano e intensa, liberdade avessa e a imperilização fala mais alto do que os grandes sentimentos que o cotidiano nos traz.
A rua um humano pedinte a fome se esgoela, passamos perto, mas a hipocrisia fala mais alto ao nosso ideal fala mais alto o ego fala mais alto!
- Me rebelo a isso a busca da propia escolha a sua escolha;
Demonstra ti, acorda ti, dessa sociedade amarga que caracteriza nosso passo, andando marchado, que segue alem da materialidade incrível imaturidade minha, nossa;
Ama assim, quero, revoltar sim, quero e quero, e assim acabou?
Engano puro ou impuro!
Obrigatoriedade em ser se tornou seu personagem principal, hipocrisia me revolto a isso.
Que o sentimento transpareça em raios de demonstração em meu e no seu coração.



Poucos minutos

Poucos minutos


Meu olhar a ti busca, em pleno dia a você meu olho encanto;
Uma doçura denunciada nos simples movimento, delicadeza vibrante,
Encantou - me
Em poucos minutos a teu lado fico, mas o dia inteiro já vale;
Um confortante abraço deixa a mim o único recurso ;
Mas coração apertado fica;
Um estalo de tristeza, a outro seu coração pertence;
Pensamentos de ti vão ficar,
Enquanto os minutos ao teu lado;
Irei encantar...

terça-feira, 3 de julho de 2007

Predomina a Intensidade

Vivo viver, vivencia.

Poesia e o mundo,
O mundo e a poesia,
Ao cedinho do amanhecer,
Postes acendem a madrugada se apaga,
Brilha o amanhecer em raios de sol em pleno cotidiano;

Pessoas transitam á hora na estação não para,
No ponto de ônibus não para,
O que para e a poesia, mas não e vista,
Percebida não, admirada sim,
Delicada em versos apuro sentimento escancarado,
Seres desavergonhados demonstrando em versos
Fugistes do cotidiano? Poeta
Amantes do amor
Busca ao extremo, incansável.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

HUMILDES RABISCO

Humildes Rabisco

Aqui e apenas o começo de Humildes Rabisco, às vezes desperdiçado por um ser, tentando explorar o obscuro caminho da vida cotidiana. A tentativa de ser humilde me aflora, mas as deshumildesas me vêm como reflexo. Pergunto-me de onde surgem esses pensamentos, essas palavras, que não são forçadas apenas a necessidade de expressão, expulsão vibrante de um pulsamento interno, ainda que angustie pelo fato obscuro que me encontro, que se achado será explorado. Não sou uma pessoa tão culta nem quero ser, nem tenho vocação para tal! Não é uma questão de cultilesa, e sim de sensibilidade, que a cada dia busco mais. Admiro a sensibilidade dos poetas em que percebo nas suas palavras e na sua profundidade. A cada dia percebo que sou um feto nessa vida loka, palavras rodeiam meus pensamentos, me sinto leve andando sobre ventos jamais pisados, aonde irei e onde devo chegar. Só sei que trilharei em busca dessa descoberta obscura, Vida Loka ser inexplorável. A cada dia me realizo, surpreendo - me pelas inexperiências vividas, mas valorizadas, sem pensar no meu amanhã. Não dá pra gente mudar o começo, mas se quisermos , vai dar para mudar o FINAL.